Velejar, é uma grande tradição Portuguesa, os nossos marinheiros trouxeram a gloria à Patria e os nosso estudioso inventaram métodos de velejar, intrumentos de marinharia e velas como a espinácula, que hoje em dia ridiculamente nós tratamos por um anglesismo. Como tal, a dada altura da minha vida, o meu pai, um marinheiro amador convicto, resolveu inscrever-me num curso de vela. É deveras uma arte fascinante, a beleza que a rodeia e o praser que adevem de andar num pequeno veleiro é inenarravel, o vento suave na cara, o quase silencio só quebrado pelo pequeno burbulhar do casco e o bater das velas. A sensação de liberdade de que nos invade, quando fazemos trapézio pendurados no barco. É verdadeiramente magnifica a vela e a navegação. No entanto, não há bela sem se não para um disléxico, mesmo na vela nós conseguimos incontrar um problema e dar-lhe uso. E não, não estou a falar, de exames escritos que eventualmente me tivessem feito, estou a falar de terminologia nautica, e de dificulda...
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